A magia da infância
# Lindo, lindo, lindo e verdadeiro! Emocionante, ainda estou chorando! João está brincando no tapete, vou ficar 10 minutos com ele antes de sair pra trablhar na casa do meu pai! Beijos grandes, Mari.
# Pat,quero compartilhar com vc o quanto me emocionei com esse texto.
Sempre estive muito ligada a esse universo infantil,não só pela quantidade de sobrinhos,como tb pela profissão que escolhi para exercer há 18 anos atrás:pedagoga.
Agora,sou a mais nova mamãe do pedaço,terei muito o que aproveitar e aprender com a pequena Maria Fernanda(3 meses e meio) e sei que nunca vou me arrepender de "mergulhar"cada vez mais nesse UNIVERSO MÁGICO,ENCANTADOR,SONHADOR E MARAVILHOSO a qual chamamos INFÂNCIA.
Ah,concordo com Lula quando diz que essa foi uma de suas melhore crônicas!!Bjs,Clara

# Alê,
Sabe que quando eu estava escrevendo este texto pensei muito em você? Porque você, ao se dedicar à literatura infantil, reinventa a infância todos os dias -- a sua e a dos meninos. Tenho uma inveja (muito boa, pode ficar tranquila) de você por ter conseguido levar o lúdico para o dia a dia da família. Nem sempre isso é possível, embora não seja impossível. Parabéns pela bela mãe que vc é e, claro, pela maravilhosa escritora que vc também é. Parabéns também por não compartimentalizar a vida e os papéis. Todos eles se juntam, estão ligados. E isso é o grande aprendizado da vida. beijos, Pati.

# Clara,
creio que você é uma pessoa privilegiada por exercer uma atividade tão linda, que é a de educar. Ao longo destes anos todos, você emprestou não apenas o seu talento, mas também a sua alma, à difícil tarefa de formar cidadãos. Tenho certeza de que você, mais do que qualquer pessoa, está preparadíssima para exercer a maternidade. Afinal, tem uma estrada maravilhosa na convivência com crianças, na vivência da infância, do lúdico, da magia, da fantasia. Curta bastante sua fofinha, viu? beijo grande, Pati.

# Pati,
Ainda não vi o filme, mas emocionei-me com sua reflexão sobre o tempo, a maternidade e a infância! Vivo esse resgate da minha própria infância por meio da maternidade intensamente, todos os dias e acho que a literatura foi o canal que me trouxe pra mais perto deles ( meus filhotes), da minha infância, das minhas lembranças todas, do meu lúdico adormecido e despertado na maternagem gostosa do contar histórias, colocar no colo, acalantar com uma canção de ninar, pra poder ninar também os sonhos meus e deles. Engraçado é que, de certa forma, eu abri mão da carreira, do corre-corre da vida de jornalista de hard news e no meio disso tudo descobri outro caminho, tão mais pleno de fantasia e de alegrias. São essas surpresas da vida que fazem tudo ganhar um tom especial! Sei que você sabe disso!
Grande beijo.

# Pat, selecionar é sempre difícil. Sei que os textos que você põe aqui, no ar, são uma seleção natural de tudo o que você escreve ou começa a escrever. Esse é o melhor, até agora. É incrível como essas novas safras de filmes infantis, as dos últimos 10 anos, ajuda-nos a aguçar a sensibilidade de pais. Up e Toy Story 3 são belos filmes pela forma como tocam fundo, mesmo sendo infantis. Arquivaram o maniqueísmo. E daí também se tornam bons filmes para adultos. Algumas dessas suas reflexões também passaram por mim ao assistir a esse filme. Bjs,